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Quando Janaina Luna começou a ensinar xadrez para seus alunos, ela só queria uma coisa: abrir novas possibilidades.

Na escola pública onde lecionava, dominó e damas faziam sucesso nos intervalos, mas o xadrez ainda era um mundo distante.

Então ela decidiu mudar isso.

Ela diz: “Eu criei o projeto para trazer o xadrez para aqueles que talvez nunca tivessem a chance de conhecer. Queria que os meus alunos fossem além do que já conheciam. Às vezes eu nem acredito na proporção que isso tomou… Ver meninos e meninas da escola pública jogando, competindo, se superando — isso me move. São conquistas técnicas e pessoais que me fazem seguir em frente.
Quero aprender a captar apoio financeiro e conseguir uma sede. Quero organizar melhor o que já temos e impulsionar esse movimento que começou pequeno, mas hoje é muito maior do que eu imaginava”

Assim nasceu, em 2017, o Promovendo Peões – Xadrez Pedagógico e Voluntário.

Um projeto que hoje beneficia cerca de 30 pessoas diretamente, com a ajuda de uma rede de 20 voluntários. Mas o impacto vai muito além dos números: está no olhar de quem aprende, na estratégia que se desenvolve, na autoestima que se fortalece a cada jogada.

🧠 A iniciativa oferece muito mais do que aulas de xadrez. Também promove:

Encontros terapêuticos

Monitorias

Aulas de inglês

Torneios mensais

E até apoio financeiro para competições, quando possível.

Alinhado com o ODS 4 – Educação de Qualidade, o projeto acredita que o xadrez é uma ferramenta poderosa de desenvolvimento cognitivo, emocional e social. Mais do que um jogo, é um exercício de foco, paciência, raciocínio e respeito — lições que ultrapassam o tabuleiro e acompanham os participantes em outras áreas da vida.

Neste Dia Internacional do Xadrez (20 de julho), celebramos não só o jogo, mas também projetos como o Promovendo Peões,  que mostram que a verdadeira jogada de mestre é compartilhar o que se sabe para transformar realidades.