Criado por Marcos Kleyton e atuante desde 2024, o Futcoque tem como propósito transformar a vida de crianças e adolescentes da comunidade do Coque, no bairro da Ilha Joana Bezerra, em Recife. Utilizando o futsal como ferramenta de inclusão, o projeto promove desenvolvimento humano, cidadania e educação.
Nascido em um território marcado pela vulnerabilidade social e com um dos menores índices de desenvolvimento humano da região metropolitana, o Futcoque foi pensado para oferecer uma alternativa concreta à ociosidade, à violência e à exclusão. Aqui, o futebol vira afeto, orientação e oportunidade real de mudança.
Alinhado ao ODS 4 – Educação de Qualidade, o projeto acredita no esporte como um espaço de formação integral. Mais do que ensinar a jogar, o Futcoque ensina a conviver, respeitar, sonhar.
Hoje, com o apoio de 6 voluntários e 50 beneficiários diretos, o projeto oferece:
Aulas de futsal com foco técnico e tático, desenvolvendo habilidades esportivas e físicas;
Formação social com rodas de conversa sobre cidadania, ética, educação e respeito;
Eventos e torneios internos, fortalecendo o espírito de equipe e a autoestima;
Atividades recreativas, para garantir o equilíbrio entre lazer, saúde e crescimento emocional.
Como conta o idealizador, Marcos Kleyton:
“O que me motivou foi ver de perto a realidade do Coque, onde as crianças estão expostas à vulnerabilidade e a caminhos indesejáveis. O Futcoque nasceu do desejo de transformar isso por meio do esporte. Acreditamos que o futsal é mais do que um jogo — é uma ferramenta de educação, disciplina, convivência e esperança. Ver o brilho nos olhos das crianças, o desempenho melhorando na escola, as famílias se aproximando, torcendo e participando… isso não tem preço. É a resposta clara de que estamos no caminho certo. Queremos ampliar, alcançar mais crianças, envolver mais famílias e voluntários.”
Neste Dia Nacional do Futebol, o Futcoque nos lembra que o futebol pode ser muito mais do que competição — pode ser inclusão, educação e transformação social.
Vamos juntos apoiar iniciativas que acreditam no jogo como forma de construir um futuro mais justo?