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No terceiro setor, conhecer e estudar sobre projetos de sucesso pode ser uma forma de aprendizado para que pessoas que sonham em começar a sua própria iniciativa possam encontrar uma fonte de inspiração.

Muitos projetos de cunho social visam melhorar a qualidade de vida das pessoas sendo um agente transformador de realidades.

No caso das pessoas com deficiência, a democratização de atividades físicas e esportes radicais é um passo importante para a melhora da qualidade de vida e realização pessoal.

Sabemos que existem grandes desafios a serem superados por usuários de cadeiras de rodas, calçadas desalinhadas e com buracos, lugares sem acessibilidade, oferecendo somente escadas, rampas de acesso mal feitas, além de todo o preconceito que sofrem diariamente.

O projeto “Não consigo andar, mas posso voar!”, foi criado para que pessoas com deficiência tenham acesso a voos de parapente de graça e alcancem a liberdade de praticar esportes radicais.

Cláudio Cardoso, instrutor de voo livre, é o idealizador e fundador do Instituto Cloud, que leva todos os anos pessoas com deficiência até o céu.

Não consigo andar, mas posso voar!
 Foto: Rafael Martins/ Esp. DP

O Instrutor com mais de 10 anos de experiência, começou a sonhar com o projeto após voar com uma pessoa que não podia andar, refletindo sobre as dificuldades que um cadeirante enfrenta, ele se viu inspirado a fazer essas pessoas ganharem o céu.

O projeto criado por Cláudio começou através de financiamento coletivo para arrecadar fundos para os voos, transporte e adaptação dos equipamentos.

A ideia alcançou destaque no ano de 2018 por reunir vários instrutores que realizaram 50 voos com pessoas que usam cadeiras de rodas. Algumas das iniciativas de Cláudio envolvem:

  • Adaptação dos equipamentos de voos para pessoas com deficiência;
  • Preservação do meio ambiente;
  • Treinamento e capacitações;
  • Democratização dos esportes radicais para pessoas cadeirantes através de eventos.

Até então, a iniciativa já levou mais de 250 pessoas com deficiência a voar de parapente, mostrando que o céu é um lugar de todos.

O projeto social de Cláudio foi incubado no Porto Social, e ficamos felizes de saber que fizemos parte do crescimento, tendo em vista os resultados que ele já alcançou.

Outro projeto idealizado por ele é o “Lixo Amigo”, onde ele incentiva a reciclagem para que materiais que ele próprio idealizou não sejam descartados de forma inconsciente nas ruas, para que essa iniciativa aconteça ele tornou-se sócio de em uma empresa de criação de embalagens.

O Porto Social tem o objetivo de incubar e impulsionar iniciativas, projetos sociais e OSCs que desejam causar um impacto real na sociedade que estão inseridas.

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